O jornal britânico "The Telegraph" afirmou que canais no Telegram ligados aos serviços de segurança russos confirmaram que o homem baleado é Varpakhovich.
A agência estatal russa Tass noticiou o caso, mas omitiu o nome do general. A agência afirmou apenas que um militar foi alvo de uma tentativa de homicídio e que o caso está sendo investigado.
De acordo com a imprensa europeia, Varpakhovich é apontado como responsável por ordenar o ataque que atingiu um hospital infantil durante um bombardeio com mísseis contra Kiev, em julho de 2024.
Apenas no hospital, duas pessoas morreram e mais de 30 ficaram feridas, incluindo nove crianças. Em toda a cidade, o ataque deixou mais de 30 mortos.
À época, autoridades ucranianas afirmaram que mais de 600 crianças estavam no hospital recebendo atendimento naquele dia. Um alerta chegou a ser emitido antes do ataque, mas nem todos saíram a tempo. O prédio da instituição ficou parcialmente destruído.
Ainda em 2024, a União Europeia anunciou sanções contra Varpakhovich e outras autoridades russas por causa do ataque ao hospital infantil.
Segundo o "The Telegraph", nesta semana, o Serviço de Segurança da Ucrânia acusou o general de crimes de guerra pelo bombardeio. De acordo com a investigação, Varpakhovich deu a ordem para o ataque.
Da Redação Sala Internacional




