A Polícia Civil de São Bernado do Campo, em São Paulo, ainda não concluiu Inquérito que apura a chacina registrada em uma das instalações da Bombril, no Municipio de São Bernardo do Campo.
Por outro lado, a empresa Bombril retomou suas atividades na ultima segunda-feira (3) na fábrica de São Bernardo do Campo, na Grande SP, onde três funcionários terceirizados foram assassinados por um colega de trabalho.
As atividades na empresa estavam suspensas desde o dia do crime, sábado último (1°), e, segundo a companhia, a retomada das atividades está acompanhada de equipes de apoio emocional formada por 18 psicólogos e assistentes sociais para atender os empregados.
Segundo a Bombril, os profissionais vão se revezar durante os três turnos da empresa para atender os funcionários que se sentirem fragilizados com a tragédia que aconteceu no último fim de semana.
As vítimas do crime foram José Guilherme Victoriano de Moura, de 54 anos, que trabalhava como conferente na empresa, Edvaldo Santos da Silva, de 44 anos, que era supervisor, e Douglas de Souza Vieira, de 39 anos(fotos acima), que atuava como operador de empilhadeira.
Eles foram assassinados pelo colega Claudio Henrique da Silva, de 33 anos, também operador de empilhadeira da empresa e se matou após o crime.
Os quatro trabalhavam para a empresa TPC, que cuidava da parte logística da fábrica em São Bernardo. Testemunhas disseram à polícia que Claudio possivelmente era alvo de bullying praticado por duas das vítimas.
O autor do ataque, também terceirizado, foi preso em flagrante, mas morreu horas depois na carceragem do 2º Distrito Policial da cidade, em um caso tratado pela Polícia Civil como suicídio.
A investigação busca esclarecer a motivação do crime e as circunstâncias do ataque. Testemunhas relataram à polícia que o suspeito seria alvo de bullying praticado por duas das vítimas, mas essa versão ainda não foi confirmada oficialmente.
Da Redação Sala Polícia




